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NAUTIMODELISMO

VELEJANDO NAS ONDAS DO RÁDIO CONTROLE

Fábio José Santos - Hortolândia/SP - 27/05/2011



O modelismo, prática de reproduzir os mais variados equipamentos em uma escala menor, seja para fins de recreação, instrução, ou estudo de táticas militares, é uma prática antiga. No caso do modelismo naútico, modelismo naval ou simplesmente nautimodelismo, é considerado a primeira vertente. Há registros de modelos egípícios de 4 mil anos, alguns expostos no British Museum de Londres.

O nautimodelismo trata da construção de barcos em escala reduzida, seja na reprodução de modelos reais ou na construção de barcos de modelo próprio, e divide-se em duas grandes categorias: nautimodelismo estático e o nautimodelismo dinâmico.

No primeiro, O ESTÁTICO, estão as peças que não são destinadas a navegar, modelos de exposição e dioramas, onde os barcos representam cenas fotográficas ou acontecimentos reais, praticamente um cenário em miniatura. Nessa categoria, as competições são expositivas e reproduzem fielmente os navios originais, incluindo a raridade do modelo ou beleza. Também se enquadram no nautimodelismo estático os famosos navios engarrafados, peças de interesse decorativo.



No modelismo DINÂMICO, estão os modelos com capacidade de navegação. Embora possam ser também construídas versões de embarcações reais - capazes inclusive de imitar o desempenho dos modelos em que estão baseados - essa movimentação permite uma competição ainda mais rica; entre eles, existem verdadeiras regatas, inclusive classes esportivas próprias. Essas atividades são controladas por curso livre ou possuem algum tipo de controle, em geral através de rádio. Enquanto as mini-embarcações podem ser veleiros, com motores ou propulsão mista.

Há casos inclusive que reproduzirem a alimentação de combustível histórica, como o vapor, diesel, elétrica etc. Está última, devido a facilidade de suprimento como baterias do tamanho dos motores, é a mais comum.

Principais modelos:
Modelos em escala: destinados a exposição procuram ser o mais fiel possível à embarcação que lhe serve de modelo.


Modelos em semi-escala: diferem dos anteriores por abrir mão dessa fidelidade em detrimento a uma melhor capacidade de navegação.


Modelos de competições: não reproduzem uma embarcação e tem a finalidade principal de competir em regatas ou provas de velocidade. Como nos esportes naúticos, seguem classes regulamentadas, se enquadrando de acordo com o tipo de propulsão ou tamanho. As competições são realizadas em tanques especialmente construídos.

Classes a vela: Classe 20 " e Classe 36 ": modelos de curso livre, isto é sem controle externo; Classe M ou Marbleheade, o Classe Uly ou um Metro e 65 cm: classes regulamentadas de Veleiros Rádio Controlados.

Marbleheade: Criada nos anos 30, essa classe de origem americana visava simplificar os veleiros das classes oficiais anteriores, a “A” e a “6m”.  Projetada por Roy L Chough, do Marblehead Yatch Club, limita o tamanho do casco a 50 polegadas e a área da vela a 800 polegadas quadradas, com peso médio de 5,60 kg. Ainda em uso, incorporando capacidade como o rádio controle, tem mais de um milhão de exemplares construidos.


Uly ou um Metro Internacional: Classe criada por Jan Djemo para o comitê Radio Sailing division da Isaf no final dos anos 80, com o objetivo de unificar as características internacionais e baixar os custos, popularizando o esporte. O limite é o tamanho do casco, área da vela em que o peso limita-se no máximo a 4,35kg. O ULY foi projetado no Brasil seguindo essas especificações e adotado na América do Sul.


RG 65: Classe criada na Argentina em 1950 por Juan Gherz possui limites apenas no tamanho do casco, área da vela e comprimento do mastro. Praticada na América latina, EUA e Europa.
São os veleiros rádio controlados que atingiram a maior maturidade como classe esportiva. A prática do nautimodelismo a vela no Brasil existe desde a década de 50, mas só evoluiu além do "hobby" a partir da década seguinte com a inauguração dos primeiros tanques destinado à prática do nautimodelismo em São Paulo e no Rio de Janeiro.


Já a organização e a regulamentação progrediram nos anos 80, quando foi criada a U.B.V.-União Brasileira de Veleiros Rádio Controlados. Atualmente a Associação Brasileira de Veleiros radiocontrolados (AABVRC), filiada a entidades internacionais como a Radio Sailig Division (RSD), Model Yacht Racing Division (MYRD), Union Latinoamericana de Yates Rádio Controlados (ULY) é a mais importante e possui também representação na International Sailing Federation (ISAF) e na F.B.V.M.- Federação Brasileira de Vela e Motor, que reconhecem o status esportivo da categoria, possuindo departamentos especializados. No caso da FBVM, desde 1993.

Em geral sua prática se dá através de clubes, como por exemplo:

CCMN - Clube Carioca de Modelismo Naval (Rio de Janeiro);
CRM - Clube de Regatas de Modelos( Rio de Janeiro );
AGVRC - Associação Gaúcha de Veleiros Rádio Controlados(Porto Alegre), o mais antigo clube de nautimodelismo do Brasil em atividade.
CNSP - Clube dos Nautimodelistas de São Paulo;
CBM - Clube Brasiliense de Modelos ( Brasília );
Associação Paulista de Veleiros Rádio Controlados APVRC (São Paulo)

Modelos a motor: os veleiros englobam modelos de escala, semi-escala e competição. Modelos em escala perfeita: aqueles mais requintado em modelismo naval, com o mesmo requinte que o modelo original, por isso, tendem a competir em provas de manobras.

Modelos semi-escala com tração elétrica e rádio controlados: popular por ser mais rápida na sua construção e pesar menos no bolso que a categoria anterior, chega a representar 80 % do nautimodelismo mundial. Com esses modelos são feitas provas que possuem uma série de subdivisões agrupando os modelos por tipo: prova para Traineiras, Rebocadores, modelos militares, etc.

Modelos de percurso reto: sem RC, com tração elétrica. É uma modalidade de poucos adeptos, mas que possui uma prova anual, famosa realizada dentro da Escola Naval no Rio de Janeiro.

Modelos a motor de competição: a única finalidade é competir. Em provas de velocidade, a maioria possui motores de combustão interna do tipo "glow", existindo também modelos a diesel e gasolina, elétricos e até caldeiras do tipo "flash steam" a vapor.

A grande atração desses modelos é a velocidade, chegando a 80 Km por hora e ainda mantendo capacidade de manobras para se fazer percursos levemente sinuosos.

 

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