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Informações Técnicas

Técnica de pintura para nautimodelismo

Texto de Edmar Mammini

Sem dúvida a coisa que mais se vê no modelo é a pintura, lógico ela está sobre todo trabalho que foi feito. Uma pintura mal feita estraga todo o trabalho e as vezes trabalho de anos .Em modelismo se usa todo e qualquer tipo de tinta e cada uma tem sua finalidade e seu uso específico. Deve-se conhecer para que servem cada uma delas e usa-las da melhor forma possível. As tintas mais usadas são: Sintéticas de resinas alquídicas, Nitrocelulose (Duco), Acrílicas, Poliéster bi-componente, Primers; Sintéticos, Nitrocelulose e Wash-Primer catalisados. Vernizes : Sintéticos , Nitrocelulose e Poliéster. Seladora , sempre nitrocelulose. Técnicas de pintura para madeira. – A madeira é a pior coisa para se pintar, ela sempre dá problemas se não seguirmos um roteiro certo e o roteiro certo é observar atentamente uma série de quesitos necessários a boa pintura da mesma.

1- Nunca inicie o trabalho de pintura em madeira em dia úmido ou chuvoso, espere o dia clarear, fazer sol se possível, temperatura acima dos 22º C e umidade relativa menor do que 70%,compre um higrômetro, é barato custa de 15 a 10 reais, a primeira coisa a se fazer é selar a madeira com seladora nitrocelulose de boa qualidade, dê no mínimo duas demãos antes de lixar pela primeira vez.

2- Se for envernizar passe nova demão de seladora, se for pintar passe Primer Nitrocelulose ou sintético, isso irá depender da tinta a ser usada. Nitro com nitro e Sintético com sintético, se se passar primer sintético e tinta Nitro pode acontecer de arrepiar e daí estraga tudo.

3- Só retoque os defeitos com massa depois de passado o primer, nunca antes, para muitos retoques use massa de ponsar (é sintética mas é para nitro) se for retoques pequenos use massa rápida ( é nitro e difícil de aplicar).

4- Massear requer um pouco de prática. Use sempre espátula de plástico, evite as metálicas. A melhor massa é a de ponsar , evite usar massa rápida para serviços com mais de 2cm quadrados, tudo vai ficar uma carepa horrorosa. Se você não consegue massear com espátula então use o recurso de diluir a massa de ponsar em solvente, use metade tiner e metade água ráz mineral ou se possível só água ráz vegetal (Terebintina) . Dissolva a massa até uma consistência de tinta grossa e passe com pincel no mínimo três demãos antes de lixar. Uma vez passada a massa dessa forma, espere no mínimo 48 para a secagem , caso contrário a lixa entope e não se faz nada.

5- Dê uma demão de primer bem ralo novamente, se houver, os defeitos vão aparecer agora, tente lixar, se não desaparecer será necessário massear novamente. Repita a operação até que todos os defeitos desapareçam, a superfície deve ficar lisa e homogênea.

6- Agora sim deve-se iniciar a pintura, se possível com pistola, se não com pincel de pelo de Martha, é caro mas a pintura será de primeira. O uso da pistola:- para quem já sabe é bom rever, para quem não sabe é bom aprender, nunca despreze informações, sempre tem algo a se aprender. Para modelismo é bom se possuir três tipos de pistola de pintura. O aerógrafo que é o menor tipo de pistola que tem, a de caneca superior que é a média e a pistola comum pequena conhecida com o apelido de baixa pressão, embora nada tenha a ver com isso. No aerógrafo não se deve usar tintas acrílicas ou nitrocelulose elas entopem o bico e é difícil ficar limpando o tempo todo, mas as de copo superior e a baixa pressão são ótimas para isso. Use sempre um compressor que consiga manter a pressão necessária a pintura e nos modelos anda por volta de 15 a 25 PSI ou de 1 a 1,6 kgf/ cm2. Use sempre válvula reguladora de pressão e que tenha o desumidificador, caso contrário não sairá coisa que preste.

A diluição da tintas é outra coisa para se aprender com o uso e prática, ela deve estar no ponto certo e para acertar faça o seguinte: usando uma haste para mexer a tinta ao suspende-la deve-se ter um corrimento tipo cordão e não gotejamento, faça a prova sobre uma superfície plana ,se possível metálica, e veja se a tinta ficou com aspecto de casca de laranja logo após aplicação , se for assim está no ponto certo, se aglutinar dilua mais um pouco se espalhar muito concentre com mais tinta. Esse padrão serve para todos os tipos de tintas usadas em modelismo. Pintura sobre materiais sintéticos:- É bom diferenciar os materiais sintéticos em algumas características a saber: materiais termoplásticos, que são os que são moldados a quente e em formas , os laminados, como o próprio nome diz é laminado ou a mão (caso da fibra de vidro e poliester) ou ainda os laminados a prensa, é o caso da fenolite e celeron e ainda o acrílico e o policarbonato que é feito em massa disforme e prèmoldado antes da cura. Existem ainda o ABS e o polistireno de alta densidade laminado.

O importante a saber é que: com exceção do PVC (cloreto de polivinila) todos os demais termoplásticos NÃO podem ser pintados com tintas e primers acrílicos e nitrocelulose diretamente sobre os mesmos sob pena de enrugamento da superfície. Os plásticos laminados de qualquer tipo , com exceção do polistireno, podem receber pintura porém deve-se moderar o uso dos solventes e também diminuir a diluição das tintas e primers bem como fazer a primeira demão bem tênue e esperar secar bem antes de aplicar as demais, o ideal é deixar de um dia para outro. Em geral não requerem retoques, mas se for necessário use massa rápida para isso. Use sempre pistola para esse serviço, se não for possível passe uma lixa bem fina ou então bom-bril sobre a peça a ser pintada, caso contrário com a aplicação a pincel a tinta aglomera e dá falhas, mas em se lixando diminui o efeito. Se for usado pincel deixe a secagem de um dia para outro, mesmo em dia quente, é comum a nova demão remover a primeira demão.

Evite usar a tinta diretamente sobre os plásticos, a menos que seja incolor ou branco, as vezes a tinta puxa a cor do pigmento usado para colorir o plástico para a tinta aplicada, use sempre um primer pouco diluído nesses casos e espere sempre uma boa secagem entre uma demão e outra. Teste de aderência:- Antes de se fazer a pintura sobre sintéticos e metais deve-se fazer o teste de aderência em um material igual ao usado no modelo esse teste se chama arrancamento. Pinte a superfície da mesma forma com seria o modelo, dê os tempos necessários a secagem e então use a seguinte técnica: Retire um pedaço de cerca de 10 cm de fita adesiva tipo Durex ou Scotch do carretel, passe duas a três vezes o dedo polegar sobre a mesma para tirar um pouco a adesividade, após isso cole a fita sobre a parte pintada, conte até dez e retire a fita de supetão, a tinta não deve sair , se sair use outra tinta ou outro método de pintura. Se não se fizer esse teste após algum tempo que varia de meses a um ano a tinta pode começar a escamar e as vezes soltar totalmente. Em madeira isso é difícil de acontecer mas em sintéticos é comum.

Pintura sobre metais:- O metal mais usado em modelismo é o latão mas as vezes usa-se alumínio e até ferro em alguns lugares, pintar isso requer técnica que será aqui explicada. Pintura sobre latão e alumínio:- Lixe tudo com lixa fina ou então palha de aço tipo bom-bril grosso ou então manta abrasiva da 3M , feito isso passe água ráz mineral sobre a peça para tirar todos os resíduos, espere secar e em seguida aplique a pistola "Wash-Primer" de poliester catalisavel com cromato de zinco, na lata tem a explicação das proporções e tempos de aplicação e variam pouco de marca a marca. A vida útil antes da aplicação é de 18 a 24 horas e tempo de secagem de 20 min. a 2 horas. O bom é fazer tudo isso num só dia e preparar a quantidade exata a ser usada. Faça em dia de sol aberto e quente, caso contrário a aderência fica comprometida. Dê duas demãos bem tênues com intervalos entre 5 a 20 min., não carregue a espessura, isso diminui a aderência.

Feito isso deixe secar por 72 horas nunca menos nem mais e aplique Primer Surfacer nitro com qualquer clima, também bem tênue daí sim pode –se esperar o tempo que quiser até a pintura final, se se esperar muito mais nada adere ao wash-primer a não ser outra camada de wash-primer, e daí começa tudo de novo. A superfície está pronta para a pintura final seja ela do que for. Pintura sobre ferro ou aço:- lixe bem com lixa 150 ou 200, aplique com pincel um fosfatizante do tipo "Ferrox" facilmente se encontra em casas de tinta. Após 24 horas passe bom-bril sobre a superfície tratada e após isso pinte com Primer comum, dê acabamento e a superfície estará pronta para pintura final. O processo pode ser feito com qualquer clima. Verniz sobre madeira:- qualquer madeira pode ser envernizada facilmente mas para dar qualidade ela deve ser selada com selador nitro, lixada com lixa fina e dado o verniz que se quiser , mas a exigência absoluta é que tudo isso deve ser feito em clima seco e quente, nunca envernize com clima úmido ou chuvoso, vai ficar tudo gelado como se diz na gíria de pintura. O gelado é um esbranquiçado que aparece nos vernizes que foram pintado sob umidade. Qualquer verniz ou tinta gela na umidade, a tinta perde o brilho e o verniz gela.

Verniz sobre peças de latão :- isso é fácil se usarmos vernizes catalisáveis ou bi- componentes, mas como só vendem um litro, é chato comprar isso para envernizar meia dúzias de pecinhas. Use a seguinte artimanha: faça uma pequena porção de araldite de 2 horas de secagem ( o tipo Hobby) dilua em tiner de boa qualidade como o da marca AUDI 2137 , dissolva na proporção de uma parte de araldite para três partes de tiner pinte as peças como se fosse tinta sintética deixe-as secar por duas a três horas , a aderência é total e dura um tempão antes de escurecer mesmo a beira mar. Limpe bem o pincel ou você o irá jogar fora!

Fosqueamento:- A maioria dos modelistas que fazem escala são fãs do acabamento mate em suas pinturas. Para fazer isso o ideal é usar a massa fosqueante que é vendida nas lojas de tintas automotivas, faça uma experiência fora do modelo para chegar ao ponto certo de Fosqueamento antes daaplicação e tudo estará resolvido. Cuidado o excesso de fosqueante deixa a tinta toda trincada tipo craquelê e ainda diminui a aderência.

Na tampa da lata tem a explicação de como usa-lo e a quantidade ideal a ser usada.

Edmar Mammini

Um Tutorial passo a passo mostrando toda a técnica com imagens detalhadas e explicações minuciosas.

Texto de Marcelo Matrangolo

 

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